
Desde os antigos gibis de super-heróis ouve-se das dificuldades enfrentadas por um profissional freelancer, mas não somente na ficção, como o famoso freela de fotografia Peter Parker, o espetacular Homem-aranha; como também na vida real, seja na fotografia, na tradução, ou outra especialidade, são inúmeras as histórias, e que histórias!! Em resumo, gostaria de compartilhar a minha experiência, que apesar de desgastante, serviu e muito para o meu crescimento profissional e pessoal. Tudo começou quando em maio de 2017 fui contactada por uma empresa de tradução do Rio, eu já residia no Sul de Minas e encontraram o meu currículo em um sítio de busca que hospeda perfis de diversos profissionais do ramo. As primeiras conversas, bastante amistosas, me levaram a fazer um teste, no qual fui aprovada com louvor. Desde então, me enviavam trabalhos a qualquer dia ou hora, com prazos curtíssimos, sendo que eu de comum acordo varava madrugadas trabalhando. Decorridos três meses, me senti cansada do trabalho desgastante e da maneira como uma das representantes da empresa me enviava os trabalhos, ou o modo como os devolvia para algum tipo de ajuste. Não cumprimentava, nem se despedia nas comunicações por e-mail e se expressava nas poucas palavras com extrema grosseria. Sempre valorizei o ser humano e todo trabalho realizado com dedicação de suma importância para a sociedade em geral...O vendedor de tacos na esquina da Rua Donceles na Cidade do México, ou o que vende quebra-queixo pela Avenida Vale de Nazaré em Salvador, _Eles são incríveis!! Por fim, fui saindo de fininho. Mas, antes pedi uma declaração que descrevesse o tempo que trabalhei para eles, o que me foi negado. Chegaram a encaminhar ainda dois trabalhos, que de pronto rejeitei, pois Graças a Deus havia conseguido trabalho; e porque: _Não somos dispensáveis!! Cada um é peça ou ponto fundamental nessa teia maravilhosa das relações humanas.

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